Prefeitura Municipal de Macaé

Município avança no combate ao Aedes Aegypti

2017-05-18 17:46:00 - Jornalista: Genimarta Oliveira
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Foto de duas agentes da zoonoses em campo
Foto: Juranir Badaró/Arquivo Secom
Índice de infestação diminui para 0,8%

Com um trabalho intenso e permanente de combate ao Aedes Aegypti, a Secretaria de Saúde de Macaé, comemora a redução no índice de infestação do mosquito, de acordo com dados divulgados no último Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) realizado esse mês. O resultado da amostragem apresenta Índice de Infestação Predial (IIF) da cidade de 0,8%, condição considerada satisfatória pelo Ministério da Saúde.

Esta é a segunda redução registrada este ano, de acordo com as últimas amostragem realizadas pelos agentes de endemias da Coordenadoria Especial de Promoção da Saúde dos Animais e Controle de Zoonoses.

Segundo o prefeito e secretário de saúde, Dr. Aluizio, os baixos índices se devem as ações intersetoriais, com a formação do Comitê Gestor de Combate ao Aedes e a Campanha "Macaé contra o Aedes", com a implantação de uma força tarefa na praça Washington Luiz.

- As ações preventivas e pontuais que a prefeitura vem realizando no combate ao Aedes estão surtindo o efeito desejado. As mobilizações que implantamos, chamando diversas instituições a serem parceiras no controle ao vetor transmissor da dengue, chicungunha, zika vírus, além da participação e conscientização da sociedade, tem sido fundamentais para diminuirmos esses índices. Além disso, o trabalho diário do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) vem sendo fundamental para o município controlar a proliferação do Aedes - ressaltou Dr. Aluízio.

O coordenador do CCZ, Flávio Paschoal explica que o LIRAa é uma ferramenta que ajuda a mapear os locais com altos índices de infestação do mosquito e que, consequentemente, alerta sobre os possíveis pontos de epidemia da doença.

Flávio ressalta, a população não pode descuidar, a vigilância tem que ser permanente. "O depósito positivo predominante no município continua sendo os de armazenamento de água ao nível do solo como caixa d’água, tambor e tonel com frequência percentual de 41,3%, seguido de tanques, ralos e sanitários com 30,4%, juntos atingindo 71,7% dos criadouros positivos", frisou.

Ele explica que o LIRAa funciona como um guia, onde são apontadas as localidades que apresentam o maior risco, para que as ações possam ser realizadas para impedir o surgimento de casos, além dos depósitos predominantes.

Flávio aponta os recipientes para armazenamento de água o grande vilão. "Por isso, é importante manter estes depósitos fechados e fazer uma vistoria diária. A redução no índice é reflexo do cuidado cotidiano. Se a atenção diminuir, os números podem aumentar".

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