
O objetivo é garantir a formação técnica dos novos agentes e o alinhamento com as diretrizes da política municipal de acolhimento
Os Agentes de Acolhimento Institucional, servidores que atuarão nas unidades dos Cemaias (Centros Municipais de Atenção à Infância e à Adolescência), receberam, nesta semana, os certificados de conclusão do Curso Introdutório de Formação Inicial. Eles foram aprovados no Processo Seletivo Simplificado nº 005/2025.
O curso foi promovido pela Secretaria Municipal de Gestão de Pessoas, por meio da Escola do Servidor, em conjunto com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária. O objetivo é garantir a formação técnica dos novos agentes e o alinhamento com as diretrizes da política municipal de acolhimento. A aprovação no curso é condição indispensável para a manutenção do contrato.
Os profissionais aprovados e contratados atuarão nos Centros de Acolhimento Municipal para Crianças e Adolescentes (Cemaia), onde irão desenvolver atividades de cuidado, acompanhamento e proteção de crianças e adolescentes acolhidos em situação de vulnerabilidade social.
No encerramento, a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária, Nayara Ribas, juntamente com a equipe técnica formada pela Comissão responsável pela realização da formação e capacitação dos Agentes de Acolhimento Institucional, realizou a entrega dos certificados na sede da Escola do Servidor, para a primeira turma de aprovados no processo seletivo. Ela destacou que o curso faz parte do Edital nº 005/2025 e que sua realização é obrigatória.
O presidente da Comissão, Adeilton Santos, agradeceu a oportunidade de participar dessa primeira turma junto aos servidores aprovados no Processo Seletivo Simplificado de Agentes de Acolhimento Institucional.
“Estou honrado em poder iniciar essa capacitação junto aos servidores que vão trabalhar com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e acolhidos nos Cemaias. Esse trabalho faz parte da proteção dos direitos da criança e do adolescente com vínculos violados”, afirmou.