Foto: Ana Chaffin
A atividade acontecerá no dia 13 de abril na Praia dos Cavaleiros
A informação é capaz de mudar realidades. E a Caminhada em prol do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado nesta quarta-feira, 2 de abril, em Macaé, é mais uma oportunidade para que o assunto seja debatido. A ação, que está em sua 6ª edição e é organizada pela Associação de Pais de Autistas de Macaé (Mopam), foi transferida para o dia 13 de abril em virtude da previsão meteorológica. Com concentração às 8h, no Posto 1, da Praia dos Cavaleiros, o percurso será até o Posto 2 e contará com programação cultural ao final do evento.
O objetivo da caminhada, que conta com apoio da prefeitura, é fomentar o respeito às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus familiares, bem como ajudar no processo de conscientização da sociedade.
“De acordo com o levantamento estatístico realizado no último ano pela Mopam, baseado em pesquisas internas, a população autista macaense assistida por esta instituição é composta por aproximadamente 1.300 famílias. Segundo a ONU, 1% da população mundial é autista, portanto, trazendo para a realidade da cidade, estima-se que em Macaé há 2.650 pessoas com TEA”, explica Lucia Anglada, presidente de honra da Associação.
A Associação Mopam consiste em uma organização sem fins lucrativos e vem, desde 2017, desempenhando atividade de apoio, orientação e acolhimento de famílias com pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), bem como na luta incessante pela garantia dos direitos das pessoas com deficiência. A Associação movimenta grupos em redes sociais e mantém alguns diálogos divididos em grupos de whatsapp. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre esse trabalho, pode acessar as redes sociais: @motivadospeloautismomacae (Instagram) e Motivados pelo Autismo Macaé – Mopam (Facebook).
“Com a realização do evento, almeja-se que os recursos disponíveis nesta cidade sejam ofertados com maior intensidade, ressaltando aos familiares a importância da intervenção precoce e eficiente, no que tange aos estímulos necessários para que a pessoa com TEA consiga conviver com o transtorno em uma sociedade inclusiva e adaptável”, acrescenta Anglada.