
Foto: Arquivo Secom
A atividade será realizada no dia 12 de abril na orla dos Cavaleiros
Empatia, informação e mobilização social vão tomar conta da orla de Macaé em mais uma edição da caminhada em prol do Dia Mundial de Conscientização do Autismo (celebrado em 2 de abril). O evento, que já faz parte do calendário da cidade, chega à sétima edição e será realizado no dia 12 de abril, com concentração às 8h, na Praia dos Cavaleiros.
O percurso será entre os postos 1 e 2, com encerramento previsto para 12h. A ação, idealizada pela Associação Motivados pelo Autismo Macaé (Mopam), mobiliza a sociedade e a convida a refletir sobre os direitos das pessoas com deficiência de forma geral, mas principalmente das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O objetivo é fomentar o respeito a essas pessoas e seus familiares, além de contribuir para o processo de conscientização da sociedade.
Segundo Aline Alves, atual presidente da Mopam, a atividade conta com apoio institucional da prefeitura, da Clínica do Autista, da Coordenação-Geral de Políticas para PCD, além de outras secretarias municipais.
“Acreditamos que essa parceria estratégica é importante para a promoção da conscientização e defesa dos direitos dos autistas na cidade. A caminhada pelo autismo é considerada um dos eventos de conscientização mais tradicionais e importantes do calendário da cidade. Somos a principal referência da sociedade civil em Macaé para o acolhimento de 1.500 famílias de autistas, o que torna a caminhada o momento máximo de união do nosso grupo”, define.
“A Caminhada do Autismo, realizada pela associação Mopam, leva à sociedade muito mais do que a conscientização: reúne familiares e apoiadores em torno de uma causa marcada pela luta e pela resiliência, além de demonstrar que é possível viver além do diagnóstico”, observa Anglada.
“A Mopam é um elo entre as famílias de pessoas autistas e o poder público. Sua atuação fundamenta muitas diretrizes municipais. Manter esse canal de comunicação aberto é muito importante para receber o retorno sobre a eficácia dos serviços municipais”, defende Caroline.