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Mapa dos Tributos coloca Macaé entre os 100 municípios que mais arrecadam no país

02/02/2026 05:20:00 - Jornalista: Juliana Carvalho

Foto: Arquivo Secom

Município ocupa a 62ª posição no ranking nacional e a 3ª colocação no Estado do Rio de Janeiro

Macaé voltou a se destacar no cenário nacional ao figurar entre os 100 municípios que mais arrecadaram tributos no Brasil. De acordo com o Mapa dos Tributos, levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o município ocupa a 62ª posição no ranking nacional e a 3ª colocação entre as cidades do Estado do Rio de Janeiro, evidenciando a robustez do seu desenvolvimento econômico e a efetividade das políticas públicas adotadas pela Prefeitura.

Para o prefeito Welberth Rezende, o resultado confirma um ciclo consistente de avanços na administração municipal. “Desde o início do governo, trabalhamos com uma estratégia clara de fortalecimento da arrecadação, não como um fim em si mesmo, mas como meio para garantir investimentos estruturantes em áreas essenciais como saúde, educação e qualificação profissional. Esse ranking mostra que Macaé está no caminho certo”, destacou.

O prefeito lembrou que a gestão municipal tem priorizado a modernização administrativa e a criação de um ambiente mais favorável aos negócios. “Implantamos medidas de desburocratização, atualizamos marcos legais, simplificamos licenciamentos e adotamos o sistema de licenciamento fiscal declaratório. Tudo isso facilita a abertura de empresas, estimula novos investimentos e fortalece a economia local”, ressaltou.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Vianna, o desempenho de Macaé no ranking reflete uma política contínua de diversificação da matriz produtiva. “Além do petróleo e gás, avançamos em setores estratégicos como construção civil, energia, agricultura e serviços”, afirmou.

O resultado do Mapa dos Tributos demonstra que Macaé, a partir de uma gestão fiscal responsável e voltada para o desenvolvimento da cidade, tem conseguido alcançar uma performance fiscal impulsionada pelo fortalecimento da arrecadação própria. “O equilíbrio financeiro é fundamental para que possamos investir em serviços de qualidade e em obras que impactam diretamente a vida das pessoas. Seguimos com uma política de autonomia fiscal e responsabilidade na aplicação dos recursos”, concluiu o secretário de Fazenda, Carlos Wagner.