Com o objetivo de integrar a equipe de trabalho para que a excelência profissional seja sempre crescente, o Programa Macaé Cidadão realizou duas atividades para coordenadores, assessores e secretárias. Na primeira etapa, 20 profissionais assistiram palestra da professora Silvia Cecília Campos, que explanou sobre como trabalhar de forma integrada para otimizar os resultados. Dinâmicas de grupo foram realizadas na tarde de terça-feira (29), em sala da secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia. A segunda fase aconteceu durante esta quarta-feira (30), por meio de passeio cultural em Quissamã.
Sobre a palestra, passou-se a idéia de que para o ambiente de trabalho são necessários refletir, conhecer a si mesmo, lidar com o colega de trabalho, acolhendo as pessoas diferentes, uma vez que na realidade há diversas competências. É que pelo fato de conviver com o próximo, se aprende mais. A professora citou como exemplo o perfeccionista que inconscientemente irrita os colegas de trabalho mais objetivos e pragmáticos.
– A mensagem final e mais importante é que tudo no trabalho deve ser feito com amor, fato que faz o profissional mais feliz e o ambiente de trabalho mais harmônico. Buscamos alcançar patamares mais elevados, mais excelência, para isso, os encontros temáticos, através de reflexão dos nossos comportamentos. É necessário despertar o gigante adormecido que existe dentro de cada um de nós. Também tem muita validez o crescimento conjunto entre comportamentos profissionais e como seres humanos – explica a coordenadora da coordenadoria do Programa Macaé Cidadão, Amélia Augusta Guedes.
Atividades em Quissamã
Em Quissamã, o grupo conheceu o Centro Cultural José Carlos Barcellos, a Casa Mato de Pipa, o Museu Casa de Quissamã, a Fazenda São Miguel, o Centro Cultural Sobradinho e o Solar da Mantiqüera, passando por último pelo engenho de açúcar.
No Centro Cultural José Carlos Barcellos, o grupo pôde conhecer quadros, porcelanas, documentos de época, mobiliário antigo entre outras coisas. Essa é uma casa particular, pertencente a Eliana Barcellos, uma quissamaense que ama sua terra e sua história. Lá, são valorizados os moradores simples da cidade, tais como maquinista, soldador, sapateiro, além do alfaiate que fez o terno do visconde. Na parede, há fotos, relógios antigos, quadros com imagens de outrora.
Também existe alusão às mulheres que participaram da história, todas representadas por bonecas: a lavadeira, a passadeira, a engomadeira, a dona-de-casa. A segunda parte visita aconteceu na Casa Mato de Pipa: casa mais antiga da região Norte Fluminense, tem 270 anos, possuindo telefone utilizado por Dom Pedro II. Colonial, rústica, sofreu modificações. Como essa, só encontram-se no estado da Bahia.
Chama a atenção as três palmeiras gêmeas, oriundas da mesma semente, localizadas perto do Museu Casa Quissamã. Dessa casa os senhores de engenho poderiam ver os movimentos e as rebeliões no térreo, uma vez que tinha três andares. Inclusive Dom Pedro II hospedou-se lá em 1857, época onde ocorriam festas com mais de duas mil pessoas.
Na Fazenda São Miguel, os assessores e coordenadores do programa Macaé Cidadão almoçaram após percorrerem todos os cômodos com mais elementos históricos. Por fim, todos passaram pelo Centro Cultural Sobradinho, local onde funcionam bibliotecas computadorizadas, tendo estrutura idêntica à época da construção.
- Nossos valores são modificados, nossa formação se enriquece. Tudo colaborou para aprender fatos importantes da História Brasileira – finaliza Amélia.