
Foto: Moisés Bruno
O evento segue nesta quarta-feira (14), no auditório do Sindipetro, com representantes do poder público, sociedade civil, conselhos e movimento estudantil
A XI Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Macaé começou nesta terça-feira (13) e segue nesta quarta-feira (14), no auditório do Sindipetro, com representantes do poder público, sociedade civil, conselhos e movimentos estudantis. O objetivo é debater e construir propostas voltadas à promoção, à proteção e à garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
Com o tema “Fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA) e a Democracia Participativa”, a Conferência é organizada pelo Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDDCA), com apoio da Prefeitura de Macaé. A iniciativa busca fortalecer a articulação entre os diferentes segmentos que integram a rede de proteção e ampliar a participação social na formulação de políticas públicas voltadas à infância e à adolescência.
A abertura contou com a presença da secretária municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária, Nayara Ribas, que representou o prefeito Welberth Rezende; da juíza Júlia Linhares Costa, da 2ª Vara de Família, Infância, Juventude e Idoso da Comarca de Macaé; do promotor de Justiça André Luiz Miranda Cavalcante; do presidente do CMDDCA, Leandro Silva; da representante dos Conselhos Tutelares de Macaé, Cíntia Rasma; da representante do Movimento Estudantil, Maria Eduarda Braga de Almeida; e da vereadora Mayara Rezende.
Durante sua participação, Nayara Ribas destacou a importância do trabalho integrado para assegurar os direitos da população infantojuvenil.
“É um tema de fortalecimento do sistema de garantia de direitos, que exige um trabalho em conjunto. Que sejam dias de muito diálogo e construção, em busca de um futuro mais digno e melhor. Reafirmo o compromisso com a proteção e os direitos das crianças e dos adolescentes”, afirmou.
“Existe uma diferença entre fazer algo para os adolescentes e fazer com os adolescentes. Somos diferentes em diversas vertentes. Não existe uma única infância ou adolescência. A participação é um direito. Precisamos de uma articulação entre as diferentes instâncias e órgãos de políticas públicas para uma rede fortalecida. Além disso, também podemos fazer parte da construção das soluções”, destacou.