
Celebrada em 25 de outubro, a data chama a atenção para a inclusão, a acessibilidade e o enfrentamento ao capacitismo
O Dia Nacional do Nanismo, celebrado em 25 de outubro, é uma oportunidade para ampliar o debate sobre inclusão, respeito às diferenças e combate ao preconceito. Instituída pela Lei Federal nº 13.472/2017, a data busca dar visibilidade às pessoas com nanismo, conscientizando a sociedade sobre seus direitos e os desafios enfrentados no cotidiano.
Em Macaé, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária, reforça a importância de combater o capacitismo, termo utilizado para definir a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência.
A conscientização também passa pelo enfrentamento de estigmas históricos, expressões pejorativas e barreiras atitudinais que dificultam a plena participação das pessoas com nanismo na sociedade. A condição apresenta grande diversidade, com mais de 700 tipos descritos, cada um com características e necessidades específicas.
Além das barreiras sociais, as pessoas com nanismo podem enfrentar dificuldades relacionadas à acessibilidade urbana e arquitetônica. Por isso, a construção de espaços públicos inclusivos e a promoção do respeito às diferenças são fundamentais para garantir autonomia, dignidade e igualdade de oportunidades.
A Coordenação Geral de Políticas para Pessoas com Deficiência destaca a importância da informação como instrumento de transformação social. O enfrentamento ao preconceito, aliado à promoção da acessibilidade e à garantia de direitos, contribui para a construção de uma cidade mais justa, inclusiva e acolhedora.
“O dia 25 de outubro nos convida a olhar além da estatura e enxergar o cidadão por inteiro. Trazer visibilidade a essa causa na Prefeitura de Macaé é fundamental para desconstruir piadas e combater o bullying, que infelizmente começa na idade escolar e persiste na vida adulta, afetando inclusive o mercado de trabalho. Respeitar as pessoas com nanismo é garantir que elas ocupem todos os espaços com dignidade, autonomia e sem o peso do preconceito”, ressalta a coordenadora, Caroline Mizurine.