
Foto: Divulgação
Uma visita à unidade Mato Alto do Centro, na Praça Seca, foi realizada semana passada
Mais um passo foi dado por Macaé rumo à criação de um Centro de Referência para Pessoas com Deficiência (PCD). Para aprimorar o projeto, representantes do governo municipal participaram, na semana passada, de uma visita técnica à unidade Mato Alto, na Praça Seca, no Rio de Janeiro, onde conheceram de perto os serviços e ações desenvolvidos no local, gerido pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro.
A equipe foi recebida pela coordenadora das sete unidades do Centro Municipal de Referência para Pessoas com Deficiência (CMRPDs), Danielle Favatto. Participaram da visita a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária, Nayara Ribas de Oliveira; o secretário municipal de Saúde, Lucas Rodrigues; a secretária municipal de Atenção Básica, Simone Sales; a coordenadora da Clínica do Autista, Lúcia Anglada; e a coordenadora-geral de Políticas para PCDs, Caroline Mizurine.
“O governo Welberth Rezende segue empenhado. Neste ano, realizaremos a entrega deste projeto do Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência (PCD) de Macaé. Este projeto, de grande relevância, foi aprimorado com base nessa experiência da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro. Nosso objetivo é planejar e executar a obra, de modo a entregá-la à população de Macaé no próximo ano”, afirma Lucas Rodrigues.
“Lá há uma secretaria autônoma, para o PCD, e eles não têm nem serviço de saúde, nem de educação e nem de assistência, eles oferecem ao usuário alguns serviços para reinserir na sociedade. No entanto, não oferecem nenhum serviço terapêutico de saúde. Então, essa pessoa precisa de um atendimento de um neuro, uma terapia com fono, um atendimento que seja terapêutico. Só que a nossa proposta aqui em Macaé é um local integrado, onde todas as secretarias, saúde, educação, cultura, esporte, vão estar dentro do mesmo local, ofertando serviço tanto para a pessoa com deficiência quanto para o familiar”, observa.
“O motivo da visita foi conhecer o serviço oferecido para nos dar base na formulação do nosso processo, adaptando-o à nossa realidade. Nossa intenção é que um equipamento intersetorial moderno, com ampliação dos serviços municipais, possa ser estabelecido aqui”, observa a coordenadora.